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2 - HOS-BOS - SP - 2027
Pancreatite Aguda e Crônica

Homem de 36 anos deu entrada na emergência com quadro de dor abdominal em faixa (início há cerca de 8 horas), náuseas, vários episódios de vômitos e distensão abdominal discreta. Refere ingestão ocasional de bebidas alcoólicas, sem história de consumo crônico ou abusivo. Após as medidas iniciais, foram realizados os seguintes exames diagnósticos: • Hemograma: 12.000 leucócitos. • PCR: 29 mg/L (valor de referência < 3 mg/L). • Amilase: 726 U/L (valor de referência 25 e 125 U/L). • Lipase: 456 U/L (valor de referência até 60 U/L). • Bilirrubinas, fosfatase alcalina, gama-GT e transaminases sem alterações importantes. • Ultrassonografia de abdome: sem alterações. • Tomografia abdominal: demonstrada na imagem. (https://laccufjfgv.wixsite.com/clinicacirurgica) Nesse caso, as atuais diretrizes recomendam realizar

Imagem da questão
A
o exame de colangiopancreatografia retrógrada endoscópica precocemente, nas primeiras 24 horas após a admissão do paciente na emergência.
B
nova tomografia contrastada, após aproximadamente 72 horas, caso haja indicação clínica, pois a tomografia apresentada na imagem foi realizada precocemente, não permitindo avaliação definitiva da presença de necrose pancreática.
C
ecoendoscopia de 10 a 14 dias após o início do quadro clínico, já que a necrose pancreática, em geral, se estabelece nesse período.
D
realizar colangiorressonância sem contraste iodado, pois este pode causar agravo do processo inflamatório pancreático.
E
tomografia em todos os casos de pancreatite aguda para confirmação diagnóstica, mesmo nos casos leves com apresentação clínica clássica e enzimas pancreáticas alteradas, o que ratifica sua necessidade dentre os exames diagnósticos realizados nesse paciente.
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