Homem de 63 anos, obeso, com história de doença do refluxo gastroesofágico há aproximadamente 12 anos, em uso irregular de inibidor da bomba de prótons, é submetido à endoscopia digestiva alta por persistência de pirose e regurgitação. O exame evidencia segmento de mucosa colunar no esôfago distal, com extensão de 5 cm acima da junção esofagogástrica, sem lesões nodulares ou ulceradas visíveis. São realizadas biópsias segundo protocolo sistematizado, que demonstram metaplasia intestinal especializada associada a displasia de alto grau, confirmada por revisão de patologista especializado em trato gastrointestinal. Considerando os conhecimentos atuais sobre o manejo do esôfago de Barrett e as recomendações das principais diretrizes, assinale a alternativa correta.