Mulher de 29 anos comparece à unidade de emergência com quadro de dor pélvica que se iniciou subitamente há 1 hora, associada a náuseas e episódios de vômito, sem melhora após uso de sintomático. É nuligesta, não possui comorbidades, nega cirurgias abdominais prévias e relata que os hábitos urinário e intestinal estão normais. Usa dispositivo intrauterino hormonal (levonorgestrel 52mg) como método contraceptivo. Ao exame, tem fácies de dor, abdome doloroso em fossa ilíaca direita, com sinal de descompressão brusca positivo. Foram realizados exames laboratoriais, que evidenciaram: hemoglobina 12,2g/dL; leucócitos 5.490/mm³; plaquetas 230.000/mm³; razão normalizada internacional de 1,01 e hormônio gonadotrofina coriônica humano (B-HCG) indetectável. A paciente traz ressonância magnética de pelve realizada há 1 mês, que pode ser vista na imagem a seguir: Qual é a principal hipótese diagnóstica e a conduta a ser realizada?
