Durante consulta na Unidade Básica de Saúde, a mãe de um lactente de 3 meses de idade, sem comorbidades e com calendário vacinal em dia, relata que o filho recebeu a vacina BCG na maternidade. Segundo a mãe, a evolução inicial foi típica: formação de pápula, seguida por pústula e ulceração superficial no braço direito, com início da cicatrização por volta da sexta semana. Contudo, há cerca de 10 dias ela notou o aparecimento de um nódulo doloroso na axila direita, que aumentou progressivamente de tamanho e passou a drenar secreção amarelada espessa espontaneamente. O bebê não apresentou febre, perda de apetite ou irritabilidade. Ao exame físico, a criança está em bom estado geral, corada, eupneica, afebril e com peso e estatura adequados para a idade. O local da aplicação da BCG (região deltoide direita) apresenta pequena cicatriz em fase final de epitelização, sem sinais inflamatórios. Na axila direita, observa-se adenomegalia de aproximadamente 2,5cm, flutuante, hiperemiada, com orifício de drenagem espontânea de secreção purulenta, sem odor fétido. Não há linfonodos aumentados em outras cadeias, nem hepatoesplenomegalia. Considerando as diretrizes do Ministério da Saúde sobre as reações adversas à vacina BCG, qual é a conduta adequada para esse caso?