Homem, de 35 anos de idade, foi vítima de ferimento único por arma branca em hemitórax esquerdo. Na avaliação inicial, apresenta vias aéreas pérvias, com colar cervical, saturação periférica de oxigênio de 81% com máscara de oxigênio a 12L/min, PA 80x50mmHg e FC 135bpm. Nota-se estase jugular bilateral. O exame pulmonar mostra expansibilidade torácica e murmúrios vesiculares diminuídos à esquerda, com presença de ferimento linear de 1,5cm em 9º espaço intercostal esquerdo, em linha axilar anterior, sem sangramento ativo. O abdome está plano, doloroso à palpação de hipocôndrio esquerdo, sem sinais de irritação peritoneal, com pelve estável. A escala de coma de Glasgow é 14, apresentando-se confuso, agitado, com pupilas isocóricas e fotorreagentes, sem déficits neurológicos. Não há outras lesões externas além do ferimento mencionado. A ultrassonografia (eFAST) realizada na sala de trauma está disponível a seguir. Após medidas adotadas, o paciente evoluiu com reversibilidade do quadro ventilatório e da instabilidade hemodinâmica, presentando-se com saturação periférica de oxigênio de 96%, FC 94bpm e PA 102x68mmHg. Realizou tomografia de abdome, que evidenciou laceração esplênica grau II, sem extravasamento de contraste, com pequena quantidade de líquido livre adjacente ao baço. Qual é a conduta recomendada para esse paciente?
