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39 - UNIMED • PB • 2026
TraumaTraumatismo CranioencefálicoChoque
Homem, 35 anos, após queda de altura é resgatado pelo SAMU e levado para HETSHL com quadro de traumatismo cranioencefálico grave. Ao exame: X: sem sinais de hemorragia externa ativa. A: vias aéreas pérvias. B: saturação 98% (máscara com reservatório), FR 18 ipm, mv + simétrico. C: PA 70/40 mmHg, FC 62 bpm. Pulsos simétricos. Pelve estável. Sangramento em região parieto occipital. D: Glasgow 7, anisocoria direita. E: colar cervical, prancha rígida. Membros sem evidência de fratura exposta. Recebendo Solução Ringer lactato em acesso periférico 16F em veia antecubital. Abd plano. Considerando o quadro, qual das seguintes estratégias é a mais apropriada controle de via aérea por indução em sequência rápida e manejo simultâneo do paciente?
A
Indução com propofol 2 mg/kg e paralisia com succinilcolina 1,5 mg/kg; não administrar vasopressor pré-indução; aplicar manobra de Sellick e proceder intubação rápida.
B
Indução com etomidato 0,3 mg/kg e paralisia com succinilcolina 1-1,5 mg/kg; não administrar terapia hiperosmolar; iniciar suporte vasopressor apenas se a pressão cair após intubação.
C
Pré-tratamento com bolo de solução hipertônica (3% NaCl, 250 mL) por via rápida (considerar se disponível), indução com ketamina 1-2 mg/kg IV e paralisia com rocurônio 1,0-1,2 mg/kg IV preparar push-dose vasopressor (epinefrina 10-20 ug ou fenilefrina conforme contexto) ou infusão de noradrenalina pronta para titulação imediatamente antes/ao longo da indução; realizar Intubação orotraqueal e ventilação controlada após cânula posicionada.
D
Indução com midazolam 0,1 mg/kg e paralisia com rocurônio 0,6 mg/kg, com administração profilática de manitol 1 g/kg imediatamente antes da laringoscopia; adiar vasopressor até pós-intubação.
E
Realizar intubação orotraqueal sem indução (intubação “às cegas”) e suturar nasoenteral para reduzir risco de aspiração, iniciando depois sedação e vasopressor se necessário.