Uma criança de 7 anos, portadora de comunicação interventricular (CIV) perimembranosa pequena, assintomática, sem sopro hiperfonético, com desenvolvimento pôndero-estatural normal, sem história de cianose, síncope ou internações prévias. Em consulta recente, apresentou exame físico estável, saturando 98%, ausculta com sopro sistólico leve (2+/6+), ritmo cardíaco regular, PA e frequência cardíaca dentro da normalidade. Ecodopplercardiograma de controle há 6 meses evidencia CIV restritiva, câmaras cardíacas de tamanho normal e função ventricular preservada, sem sinais de hipertensão pulmonar. O procedimento indicado é adenoamigdalectomia eletiva, sob anestesia geral. O otorrinolaringologista solicita avaliação cardiológica para liberação cirúrgica e estimativa de risco perioperatório. De acordo com a Diretriz Brasileira de Avaliação Cardiovascular Perioperatória 2024, qual é a conduta mais adequada para o cardiologista diante desse cenário?