Uma mulher de 63 anos, diabética há 15 anos e com DRC estágio 3b (TFGe estimada em 38 mL/min), procura a emergência por febre alta, calafrios e lombalgia direita há dois dias, acompanhada de disúria e polaciúria. Relata vômitos esporádicos e redução da ingesta hídrica. No exame físico, apresenta FC 102 bpm, PA 110/70 mmHg, Temperatura = 38,7 °C e dor à punho-percussão lombar direita, mas sem sinais de instabilidade hemodinâmica ou sepse. O EAS mostra leucocitúria intensa, bacteriúria evidente e nitrito positivo, enquanto o ultrassom demonstra pielonefrite aguda sem abscesso, sem hidronefrose e sem litíase associada. Há histórico documentado de E. coli resistente a quinolonas em infecção anterior. Diante deste cenário de ITU, qual é a conduta inicial mais apropriada?