Helena, 6 semanas, é levada à consulta pela mãe por icterícia persistente, que começou na terceira semana de vida. A mãe relata fezes progressivamente mais claras, chegando a aspecto quase acólico, e urina escura. A criança apresenta irritabilidade em alguns momentos e ganho ponderal insuficiente. Nega febre ou episódios infecciosos. Aleitamento materno exclusivo. Exame físico: Icterícia evidente, Hepatomegalia: fígado palpável a 3,5 cm abaixo do RCD. Sem esplenomegalia, Fontanelas normais. Sem alterações dismórficas. Boa perfusão periférica. Exames iniciais: Bilirrubina total: 11 mg/dL, Bilirrubina direta: 6,2 mg/dL, GGT: bastante elevada, TGO/TGP: moderadamente elevadas, Coagulograma: normal, Teste do pezinho: sem alterações. O pediatra suspeita de colestase neonatal e considera causas obstrutivas e não obstrutivas. Diante do quadro apresentado, qual é o diagnóstico que deve ser excluído com maior urgência, devido à necessidade de intervenção precoce para melhor prognóstico?