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41 - SCM-RP • SP • 2026
Rotura Prematura de Membranas (RPM)Prematuridade e Trabalho de Parto Prematuro
Gestante com 23 anos, III gesta, II para, com idade gestacional de 33 semanas de gravidez, procura o pronto atendimento da maternidade com queixa de perda de água, há 4 horas, quando estava dormindo, tendo molhado toda sua cama. Ao exame clínico realizado, a PA era de 110 x 70 mmHg, demais parâmetros clínicos normais. A altura uterina era de 31 cm, o feto estava em situação longitudinal, em apresentação pélvica, a FCF estava em 156 bpm e a dinâmica uterina estava ausente. Ao exame genital, observava-se que a vulva estava molhada e escorria líquido claro pela rima vulvar. Frente ao caso apresentado, é correto afirmar:
A
trata-se de um caso de rotura prematura de membranas ovulares, pois a gestante está com apenas 33 semanas de gravidez.
B
embora a gestante seja multípara, é de boa norma indicar cesárea, pois se trata de apresentação pélvica com feto prematuro.
C
estando a gestante com dinâmica ausente, é importante proceder ao exame de toque para saber a dilatação e poder se tomar uma conduta.
D
trata-se de uma rotura prematura de membranas ovulares pré-termo e a melhor conduta é expectante armada, desde que os parâmetros de infecção clínica e laboratorial sejam afastados.
E
sendo um caso de bolsa rota e sendo a gestante multípara, a indução do trabalho de parto estaria indicada com razoável chance de sucesso.