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33 - UNESC ES2026
SepseChoqueUrologiaNefrolitíaseITU - Infecção do Trato UrinárioLesão Renal Aguda (LRA)

Mulher, 58 anos, DM2 e história de nefrolitíase, chega com febre, calafrios e dor lombar direita há 24 h, evoluindo com confusão. Exame: PA 82/50 mmHg, FC 122 bpm, FR 28 ipm, T 39,1 °C, SpO₂ 93% AA. Laboratório: leucócitos 21.000/mm³ (12% bastões), creatinina 3,2 mg/dL (prévia 1,1), plaquetas 110.000/mm³, lactato 5,7 mmol/L, pH 7,25, HCO₃⁻ 18 mEq/L, diurese 0,2 mL/kg/h. Condutas já realizadas nas primeiras 60–90 min: hemoculturas, lactato (planejada redosagem), piperacilina-tazobactam EV, 30 mL/kg de cristalóide, início de norepinefrina (0,2 µg/kg/min) para PAM alvo ≥ 65 mmHg (atual PAM 62 mmHg). Ultrassom point-of-care: hidronefrose direita. USG de beira-leito com cálculo hiperecogênico de ~10 mm em ureter proximal. Teste de elevação passiva das pernas: variação do VTI < 10% (não responsivo a mais volume). Qual é a melhor próxima conduta?

A
Solicitar descompressão urinária emergente com manutenção de antibiótico e suporte hemodinâmico.
B
Administrar novo bolus de 30 mL/kg de cristalóide visando redução do lactato.
C
Trocar norepinefrina por dopamina para tentar aumentar o débito urinário.
D
Indicar hemodiálise de urgência para correção da acidose láctica como medida inicial.
E
Adicionar hidrocortisona em altas doses e postergar a intervenção urológica até estabilização completa.
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