Mulher de 45 anos, residente de uma área rural no Brasil, morreu após complicações da doença de Chagas, não tendo acesso ao tratamento adequado. Em uma comunidade isolada na Etiópia, outra mulher de 30 anos faleceu devido a uma forma grave de leishmaniose visceral, agravada pela falta de saneamento básico e controle de vetores. No Sudeste Asiático, homem de 56 anos foi vítima de filariose, após conviver durante anos com a doença sem acesso a terapias preventivas e curativas. Esses casos ilustram o desafio global de combater essas enfermidades, especialmente em regiões de alta vulnerabilidade. Com base nas metas da OMS para a erradicação ou controle das doenças negligenciadas até 2030, as ações mais efetivas para alcance de resultados e melhoria da saúde de populações vulneráveis são: