Durante a pandemia de Covid-19, houve uma escassez mundial de vacinas e insumos médicos, o que obrigou diversos países a adotarem critérios de priorização na distribuição de vacinas e no acesso a leitos de UTI. No Brasil, a vacinação foi inicialmente direcionada a grupos prioritários, como idosos, profissionais de saúde e pessoas com comorbidades. No entanto, surgiram dilemas éticos quanto à priorização de grupos como trabalhadores essenciais, pessoas em situação de rua e populações indígenas. Esse cenário trouxe à tona importantes discussões bioéticas sobre justiça, equidade e autonomia. Com base nos princípios da bioética e no contexto da pandemia de Covid-19, a conduta abaixo que melhor reflete uma abordagem ética para a priorização de vacinas e recursos escassos é: