Um estudo foi realizado a fim de avaliar o efeito do consumo de leite, ingestão dietética de cálcio e padrões nutricionais, avaliados aos 18 anos, e a densidade mineral óssea (DMO), avaliada aos 22 anos. A pesquisa contemplou 3 mil participantes do estudo de coorte de Pelotas, nascidos em 1993. Os resultados não demonstraram associações entre as categorias de ingestão de cálcio na dieta e os desfechos na DMO. Os autores referem que a principal limitação do estudo foi a metodologia retrospectiva de estimativa do consumo alimentar, relacionada ao potencial viés de memória, que pode interferir na estimativa dietética usual e na possibilidade de subestimar ou superestimar o consumo alimentar. Desta forma, ao interpretar a pesquisa, podemos inferir que o desenho de estudo e as limitações de resultado podem ser caracterizadas como: