Uma Unidade Básica de Saúde em Goiás iniciou projeto-embrionário com um "copiloto clínico" de inteligência artificial generativa, hospedado em nuvem, para apoio à decisão clínica, Durante o atendimento de um homem de 52 anos de idade, com tosse crônica e perda ponderal, a ferramenta sugere hipóteses e links para artigos. Os termos de uso, da IA em questão, não mencionam contrato de proteção de dados com o prestador, como os acordos específicos para tratamento de dados e os acordos exigidos por leis estrangeiras de privacidade em saúde para parceiros que acessam dados de pacientes. Ademais, o prontuário permite exportar sumários do caso contendo identificadores. O médico pretende usar a ferramenta para revisar condutas ao final da consulta. Considerando os princípios éticos consagrados na prática médica, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e as boas práticas reconhecidas para o uso de inteligência artificial em saúde, qual é a forma apropriada de uso dessa ferramenta específica?