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41 - PSU GO2026
Estatística MédicaTestes DiagnósticosAtenção Primária à SaúdeITU - Infecção do Trato UrinárioVulvovaginites

Leia as informações do texto e o normograma de Fagan a seguir [Imagem de normograma de Fagan omitida]. Mulher, 24 anos de idade previamente higida, procura a UBS há 2 dias por disúria, polaciúria, dor no flanco, dor abdominal baixa e dor lombar. Está afebril, sem hematúria e com sinal de Giordano negativo. A paciente relata corrimento e prurido vaginal; ao exame físico urogenital, observa-se leucorreia. Ao incorporar esses últimos achados, associados à Likelihood Ratio positivo (LR+) abaixo de 1 para infecção do trato urinário (ITU), a probabilidade passou a ser da ordem de ≈ 14%. Considera-se para o exame de urina (fita reagente): LR+ 4,2 quando pelo menos um, entre esterase leucocitária ou nitrito, está positivo; e LR- 0,3 quando ambos, esterase leucocitária e nitrito, estão negativos. Diante da probabilidade atual ~ 14% para ITU e do desempenho do exame de urina (LR+ 4,2; LR- 0,3), qual conduta, com a justificativa bayesiana, é adequada para este momento?

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A
Solicitar exame de urina, pois, em pré-teste baixo, um resultado negativo (LR-0,3) deixaria a probabilidade em torno de 10%, o que permitiria afastar ITU.
B
Prosseguir com propedeutica ginecológica, pois a probabilidade pré-teste é baixa e, mesmo com exame de urina negativo (LR- 0,3), a probabilidade pós-teste seria de cerca de 1%, não eliminando totalmente o risco de ITU.
C
Prosseguir com propedeutica ginecológica, pois, com probabilidade pré-teste de 14%, mesmo um exame de urina positivo (LR+ 4,2) elevaria a probabilidade para ≈ 40%, mantendo-a em faixa intermediária e sem confirmar ITU.
D
Solicitar exame de urina, pois, em pré-teste baixo, um resultado positivo (LR+ 4,2) modularia a probabilidade para a casa de 40%, o que permitiria tratar ITU.
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