Mulher 26 anos de idade, atendida na Unidade Básica de Saúde, refere que desde que menstruou a primeira vez aos 13 anos apresenta dores tipo cólica menstrual de forte intensidade, aos 16 anos de idade iniciou vida sexual e passou a usar contraceptivo hormonal oral com melhoras das dores Devido diminuição da libido e cefaleia optou por parar com o uso do contraceptivo hormonal e está usando coito interrompido há oito meses. Porém as dores voltaram com aumento da intensidade, dificultando as atividades laborais, passando a sentir dor à profundidade durante a relação sexual. Ao exame físico ginecológico, no toque vaginal observa-se a presença de útero em retroversoflexão (RVF), com pouca mobilidade e doloroso com nodulações de consistência endurecida em região do fórnice vaginal posterior. Trouxe resultado de exame de ultrassom pélvico abdominal e endovaginal realizado há dois meses, porém esqueceu o laudo, tendo em mãos somente a imagem ao lado. Qual a sua hipótese diagnóstica?
