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62 - AMP • PR • 2026
HemostasiaMedicina TransfusionalCirrose HepáticaTransplante Hepático e Hepatite FulminantePerioperatório
Paciente de 58 anos, com cirrose hepática por hepatite C, é submetido a transplante hepático ortotópico. Durante o intraoperatório, apresenta sangramento difuso, e os exames laboratoriais convencionais (TAP/RNI e TTP) mostram prolongamento moderado dos tempos, sem clara correlação com a gravidade do sangramento. O anestesista solicita uma tromboelastografia (TEG), que revela: tempo R prolongado, tempo K normal, ângulo α normal, amplitude máxima normal e LY30 < 1%. Com base nesses achados, qual é a conduta mais apropriada?

A
Administração de plasma fresco congelado (PFC), pois o tempo R prolongado sugere deficiência de fatores de coagulação da fase inicial.
B
Transfusão de plaquetas, pois a amplitude máxima representa a agregação plaquetária, e o sangramento indica trombocitopenia funcional.
C
Nenhuma conduta específica, pois o TEG está normal e o sangramento deve ser contido com ligaduras vasculares cirúrgicas.
D
Início de antifibrinolítico (ácido tranexâmico), pois o LY30 está aumentado, indicando lise precoce do coágulo.
E
Administração de crioprecipitado, pois o tempo K está alterado, indicando deficiência de fibrinogênio.