J.S.A., 45 anos, técnico em informática, comparece à consulta com queixas de sonolência diurna excessiva, ansiedade e cefaleia cedo pela manhã. A esposa relata que ele ronca alto e tem episódios frequentes de pausas respiratórias durante o sono, seguidos por “engasgos” ou pequenos despertares. O paciente nega dor torácica, febre ou tosse. Os sintomas têm se intensificado nos últimos dois anos. Ele refere que costumava fazer pequenas caminhadas, mas agora se cansa com facilidade, mesmo em atividades leves como subir um lance de escadas ou caminhar no plano por poucos metros. Ele atribui a falta de ar ao “sedentarismo” e ao aumento de peso, que tem sido constante na última década. Ao exame físico apresenta Índice de Massa Corporal (IMC) de 47,4 kg/m², frequência cardíaca: 95 bpm. Frequência respiratória: 20 cpm. Saturação de O₂: 89% em ar ambiente. Pressão arterial: 145/90 mmHg. Em relação ao diagnóstico marque a alternativa correta.