Um paciente de 65 anos, com histórico de diabetes e hipertensão, foi admitido na unidade de terapia intensiva (UTI) com diagnóstico de sepse de origem abdominal, proveniente de uma perfuração intestinal. Nos exames laboratoriais, observou-se um nível elevado de procalcitonin (PCT) e a presença de culturas positivas para Escherichia coli resistente a múltiplos fármacos. Durante a internação, o paciente apresentou piora clínica, sendo necessário ajustar a antibioticoterapia. A equipe decidiu utilizar PCT como guia para a duração da terapia antimicrobiana. Considerando a fisiopatologia da sepse e o papel da procalcitonina na orientação do tratamento, qual das alternativas a seguir representa a abordagem mais adequada na mudança da antibioticoterapia deste paciente?