Um homem de 64 anos, com diagnóstico de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (fração de ejeção de 35%), apresenta-se em consulta para seguimento ambulatorial. Ele faz uso de bisoprolol, losartana, hidroclorotiazida e espironolactona. Está clinicamente compensado, sem sinais de congestão ou edema periférico. Relata estar se sentindo bem e mantém uma rotina diária que inclui caminhadas leves. No entanto, ele questiona o que mais pode fazer, além da medicação, para manter sua condição estável e prevenir novas descompensações. Ao exame físico, sinais vitais normais, ausência de crepitações pulmonares e pulsos periféricos palpáveis. Qual orientação adicional não medicamentosa é mais apropriada para ajudar este paciente a manter-se compensado?