Homem de 64 anos, hipertenso, diabético e com doença arterial coronariana, foi submetido a colectomia direita eletiva por adenocarcinoma de cólon ascendente. O procedimento transcorreu sem intercorrências e com boa evolução inicial. No 3º dia de pós-operatório, apresenta febre de 38,5 °C, taquicardia de 112 bpm, leve desconforto abdominal difuso e distensão abdominal discreta. Relata náuseas, mas sem vômitos. Ao exame físico: ferida operatória sem sinais de infecção, ruídos hidroaéreos diminuídos, dor difusa à palpação profunda sem defesa ou rigidez. O hemograma mostra leucócitos de 15.400/mm³ (86% neutrófilos), Lactato de 2,6 mmol/L. Radiografia de abdome em ortostase: distensão de alças delgadas e ausência de ar no reto. Tomografia de abdome com contraste evidencia distensão de delgado proximal, com alça de transição única na topografia da anastomose, sem líquido livre significativo e sem coleções visíveis. Com base no quadro clínico e nos achados de imagem, a conduta mais adequada é: