Homem de 34 anos, previamente hígido, vítima de colisão automobilística frontal há cerca de 1 hora, foi admitido no pronto-socorro consciente, orientado e hemodinamicamente estável, com PA= 122/78 mmHg e FC = 96 bpm. Refere dor abdominal difusa, predominando em quadrante superior esquerdo, associada a náuseas. Ao exame físico, apresenta sensibilidade difusa à palpação, sem sinais evidentes de irritação peritoneal. Há equimose na parede abdominal compatível com marca do cinto de segurança. FAST (Focused Assessment with Sonography for Trauma) realizado na admissão mostra pequena quantidade de líquido livre na loja esplênica e fundo de saco de Douglas. Hemoglobina inicial: 12,2 g/dL. Tomografia computadorizada de abdome com contraste evidenciou laceração esplênica medindo cerca de 4 cm de profundidade, envolvendo o hilo esplênico, associada a moderada quantidade de líquido livre periesplênico e em fundo de saco de Douglas, sem sinais de extravasamento ativo de contraste. Com base nas informações acima e nas recomendações atuais, qual é a conduta mais apropriada?