Uma criança do sexo masculino, de 6 anos, foi trazida pelos pais à Unidade de Saúde da Família (USF) Rural com a história de que, há cerca de 40 minutos, a criança havia sido picada por um escorpião no hálux. Nesta unidade há soros antiescorpiônicos, antiofídicos e antiaracnídicos. A criança tinha queixas de dores de forte intensidade no local da picada, náuseas, com 2 episódios de vômitos após o acidente, mas sem evacuações. Negava queixas cardiorrespiratórias, dores abdominais ou cefaleia. Ao exame físico o paciente estava com sudorese, palidez, sialorreia e tinha tremores de extremidades. As auscultas pulmonar e cardíaca estavam sem alterações, a FR: 25 ipm; FC: 139 bpm, a pressão arterial estava no limite superior da normalidade para a idade e altura e havia pequeno eritema ao redor do local da picada. Qual a melhor conduta, além da realização do bloqueio anestésico com lidocaína no local da picada?