Paciente de 26 anos, internado pela equipe de hematologia, apresentava febre, perda de peso e astenia associadas a linfonodomegalia cervical posterior. Tomografias demonstraram conglomerados linfonodais em regiões cervical, mediastinal e retroperitoneal, sugestivos de doença linfoproliferativa. Foi solicitada avaliação da equipe de cirurgia geral para realização de biópsia ganglionar com objetivo de estabelecer o diagnóstico histopatológico. Na palpação, identificou-se linfonodo facilmente acessível em nível Vb à esquerda, sem sinais de contato ou envolvimento de estruturas vasculares importantes nos exames de imagem, sendo escolhido como primeira opção para biópsia excisional sob anestesia local. Considerando a localização do linfonodo, o cirurgião deve se atentar ao risco de lesão de qual estrutura nervosa?