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9 - UNESP • SP • 2026
Parada Cardiorrespiratória (PCR)Emergências PediátricasAsma em Pediatria
Menino de 11 anos de idade asmático é atendido por desconforto respiratório grave. Após tratamento inicial com beta-agonista e corticoide, o paciente apresentou piora progressiva do nível de consciência associada a cianose central e de extremidades e evoluiu com parada cardiorrespiratória. No monitor cardíaco, foi constatada atividade elétrica sem pulso (AESP). Iniciou-se RCP com compressões torácicas de alta qualidade, e, após 2 minutos, o paciente mantém-se sem pulso. Foi garantida via aérea avançada com intubação orotraqueal e ventilação com bolsa-válvula-máscara conectada a O2 a 100%, além de acesso venoso funcionante. Com base nas recomendações do PALS (2020) com histórico de asma (AHA, 2020), a conduta é
A
realizar desfibrilação com 2 J/kg, seguida de nova análise de ritmo após 2 minutos.
B
administrar adrenalina 0,01 mg/kg IV a cada 3–5 minutos e investigar causas reversíveis da AESP.
C
diminuir a frequência das compressões para 80 por minuto após a intubação para reduzir consumo miocárdico.
D
interromper as compressões a cada 10 ventilações para prevenir hiperinsuflação pulmonar e barotrauma.