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44 - UNESP • SP • 2026
Pneumonias BacterianasSepseChoquePneumologia Intensiva
Homem de 76 anos de idade apresenta febre alta, tosse produtiva e dispneia progressiva há três dias. AP: DM2, DPOC e DRC. Exame físico: confuso; PA: 82 × 48 mmHg; FC: 124 bpm; FR: 36 irpm; SatO2 84% em uso de máscara de O2 a 13 L/min; TEC > 5 segundos; extremidades frias e cianóticas. Exame laboratorial: lactato sérico 4,2 mmol/L. Apesar de adequada reposição volêmica, permanece hipotenso e anúrico, em uso de noradrenalina em bomba de infusão a 0,8 mcg/kg/min. Após nova avaliação, o paciente evolui com piora do nível de consciência (escala de coma de Glasgow 10 pontos) e sinais de fadiga respiratória. A conduta em relação ao manejo da via aérea é
A
aguardar melhora hemodinâmica com vasopressores antes de realizar IOT e, se necessário, utilizar midazolam e succinilcolina.
B
indicar IOT via sequência rápida com uso de etomidato e rocurônio.
C
contraindicar a IOT, oferecer VNI e aumentar noradrenalina até estabilização.
D
adiar IOT até estabilização clínica e, se necessário, utilizar fentanil, midazolan e succinilcolina para a sequência rápida de intubação.