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28 - ISCMSP • SP • 2025
Doença Inflamatória IntestinalNutrição em CirurgiaPerioperatório
Pactente masculino, 54 anos, foi admitido ao hospital para uma cirurgia de ressecção intestinal por complicações de doença de Crohn. Ele tem um histórico de perda de peso significativa nos últimos cinco meses (aproximadamente 12 kg), apresentando atualmente um IMC: 17,5 kg/m². No exame físico, observa-se massa muscular diminuída e sinais de hipovitaminose. O paciente também relata fadiga constante e episódios de diarreia frequente. Após a cirurgia, ele foi submetido à nutrição enteral, mas apresentou intolerância, necessitando de nutrição parenteral total (NPT), por sete dias. Durante este período, houve dificuldades no controle dos eletrólitos e distúrbios metabólicos.
A
Suspender completamente a NPT ao primeiro sinal de tolerância à nutrição enteral, para evitar complicações hepáticas associadas à nutrição parenteral de longa duração.
B
Introduzir nutrição oral precoce, mesmo com sinais de intolerância à enteral, para reduzir o risco de infecções relacionadas à nutrição parenteral prolongada.
C
Manter a nutrição parenteral total (NPT), por tempo indeterminado, até que o paciente apresente melhora clínica significativa e normalização dos eletrólitos, independentemente da reintrodução gradual de nutrição enteral.
D
Ajustar a nutrição parenteral total (NPT), com foco na redução da quantidade de carboidratos e aumento da oferta lipídica, considerando o risco de síndrome de realimentação em pacientes com desnutrição severa.
E
Realizar monitoramento rigoroso dos níveis de fósforo, magnésio e potássio durante a transição da NPT para a nutrição enteral e oral, visando prevenir complicações como síndrome de realimentação e distúrbios eletrolíticos.