Homem, 55 anos, comparece no pronto-socorro com quadro de dor abdominal, vômitos, icterícia, febre, colúria e oligúria com início há 3 dias. Portador de hipertensão arterial sistêmica e hipertrigliceridemia e em uso de omelsartana e rosuvastatina. Apresenta antecedente de prostatectomia radical robótica há 2 anos. Ao exame físico, apresentou temperatura 38,2 °C, ictérico ++/4+, FC de 110 ipm, PA de 130 x 75 mmHg, Sat. O₂ de 94% em ar ambiente. Exames laboratoriais: Hb = 13,5 g/dL; Plaquetas = 160.000/mm³; Leucograma = 15.500/mm³; Bilirrubina total = 6,0 mg/dL; Bilirrubina direta = 4,5 mg/dL; TGO/AST = 120 U/L; TGP/ALT = 110 U/L; GGT = 350 U/L; K⁺ = 3,0 mEq/L; Cr = 2,2 mg/dL; Ur = 80 mg/dL. A ultrassonografia abdominal demonstrou vesícula biliar normodistendida, com paredes espessadas e cálculos até 10 mm, sem líquido perivesicular, presença de dilatação de vias biliares intra e extra-hepáticas, com hepatocolédoco de 10 mm associado a cálculos de até 8 mm em seu interior. Qual o diagnóstico e o grau pelos critérios de Tóquio?