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59 - UFCSPA • RS • 2026
EpilepsiasEmergências Pediátricas
Menina de 9 anos com epilepsia de difícil controle chega na emergência pediátrica em crise tônico-clônica generalizada iniciada há 15 minutos, sem resposta ao diazepam retal administrado pela mãe em casa. Na unidade, está em crise contínua, com necessidade de oxigênio suplementar. Mesmo após 3 tentativas em 2 minutos pela equipe de enfermagem, não há acesso venoso. A equipe prepara material para acesso intraósseo e medicação. Considerando o caso descrito, qual é a conduta mais indicada para interromper o estado epiléptico?
A
Administrar fenobarbital pela via intraóssea, por ser mais seguro em crianças com epilepsia conhecida.
B
Realizar infusão rápida de fenitoína, por ser um agente de segunda escolha para casos refratários.
C
Repetir diazepam retal em maior dose, pois o intervalo entre as doses ainda é curto.
D
Administrar midazolam intramuscular, visto que é eficaz, seguro e viável sem acesso venoso.