Em uma unidade de pronto atendimento (UPA), dá entrada uma mulher de 68 anos, diabética, asmática, com osteopenia, doença arterial periférica, HAS, insuficiência renal (taxa de filtração glomerular = 25mL/min/1,73m2), em uso de metformina 2g/dia, glibenclamida 20mg/dia, AAS, cilostazol 100mg 2x/dia, enalapril 10mg 2x/dia, hidroclorotiazida 25mg/dia, sinvastatina 40mg à noite, fumarato de formoterol hidratado + budesonida 12/400 microgramas 2x/dia inalável, omeprazol 40mg/dia e bifosfanado. Ela se queixa de só conseguir dormir sentada, cansaço, inchaço nas pernas e na barriga e veias aumentadas no pescoço. Refere que tudo piorou após ter iniciado cilostazol. Diante desse quadro, é feita uma dose de furosemida venosa. Após a melhora da paciente, a liberação é realizada com a prescrição de carvedilol 3,125mg 2x/dia, espironolactona, furosemida 40mg pela manhã e mantidas as outras medicações. A paciente retorna no dia seguinte, na parte da manhã, com dispneia importante e sibilos, além de estar hipotensa. É realizado um eletrocardiograma (ECG) que revela alteração da condução e, após alguns minutos, a paciente vem a óbito. Em relação ao caso descrito, as drogas usadas que podem ter piorado a situação clínica da paciente, inclusive levando ao óbito, são: