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44 - SES PE2026
Diabetes Mellitus na GestaçãoAlteração do Volume do Líquido AmnióticoAloimunização Materna e Doença Hemolítica PerinatalRotura Prematura de Membranas (RPM)

Paciente 22 anos, tercigesta, secundípara, 31ª semana de gravidez. Chegou à emergência obstétrica referindo dor em baixo ventre e perda de líquido amniótico. No cartão de pré-natal, observa-se: tipagem sanguínea A negativo; Coombs indireto positivo e glicemia jejum de 200 mg% (todos realizados no 1º trimestre de gravidez). Ao exame obstétrico: dinâmica uterina ausente; altura de fundo uterino de 30cm; pressão arterial de 100 x 60 mmHg; toque vaginal, com colo fechado, longo e posterior e feto alto e móvel, bolsa das águas rotas com saída de líquido claro. A ultrassonografia realizada no momento do atendimento revelou: percentil de peso para idade gestacional 89; dopplervelocimetria com índice de pulsatilidade na artéria umbilical de 1,20 e na artéria cerebral média fetal de 2,10; pico sistólico da artéria cerebral média (ACM) fetal menor de 1,5 MoM para idade gestacional; e maior bolsão (MB) de 9,8cm. Nesta paciente, o que MELHOR pode representar a causa ou consequência do valor do MB do líquido amniótico?

A
Doença hemolítica fetal e neonatal – Coombs indireto positivo que sugere anemia fetal.
B
Descolamento prematuro da placenta normalmente inserida – devido à distensão uterina e rotura prematura das membranas.
C
Rotura prematura das membranas ovulares – devido à distensão uterina.
D
Diabetes – devido ao aumento da diurese fetal.
E
Doença hemolítica fetal e neonatal – pico sistólico da ACM fetal que sugere anemia fetal.
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