Um homem de 64 anos foi submetido à gastrectomia parcial, linfadenectomia regional e restabelecimento do trânsito digestório por anastomose gastrojejunal, para tratar adenocarcinoma do tipo intestinal de Laurén, localizado no antro gástrico. Ao final da operação, foi inserido um cateter nasoentérico para nutrição enteral a partir do segundo dia pós-operatório. No quarto dia pós-operatório, começou a sair líquido gastroentérico por um dreno sentinela, colocado próximo à anastomose e exteriorizado pela parede abdominal direita, abaixo do gradil costal. O exame contrastado confirmou a fístula anastomótica, drenando para o exterior, sem coleção de líquido próximo a ela. A drenagem diária era ao redor de 150 ml. O paciente continuou clinicamente bem, sendo nutrido apenas pelo tubo nasoentérico e sem queixas abdominais, com peristaltismo normal e evacuações com fezes amolecidas. Qual a conduta a ser adotada para tratar essa fístula?