Paciente masculino, 42 anos de idade, asmático grave, apresentou crise de asma refratária apesar de nebulização com β2‑agonista de alta dose, corticosteroides intravenosos e oxigenoterapia. Referiu histórico de insuficiência cardíaca crônica com fração de ejeção 35%. Estava taquipneico, com uso intenso de musculatura acessória, saturação 88% em oxigênio suplementar e apresentava hipercapnia progressiva na gasometria arterial. Equipe de emergência decidiu realizar intubação orotraqueal de sequência rápida devido à falha da terapia medicamentosa e ao risco iminente de fadiga respiratória. Com base nesse caso clínico hipotético e considerando sedação e indução para intubação, assinale a opção que apresenta maior potência broncodilatadora e perfil mais seguro para esse paciente.