Homem, 52 anos de idade, mecânico, tem hipertensão arterial sistêmica, diabetes melito tipo 2 e asma. Procura atendimento ambulatorial por falta de ar. Notou dispneia progressiva ao longo das duas últimas semanas durante o trabalho. Chegou a passar em pronto-socorro, foi medicado com salbutamol inalatório e acha que teve melhora discreta. Percebe edema frequente perimaleolar, ronco alto noturno e sonolência diurna. Nega angina, ortopneia, dispneia paroxística noturna, viagem ou imobilização recentes. Sinais vitais com temperatura de 36,2 °C, FC de 90 bpm, PA de 120×82 mmHg, FR de 16 irpm, SpO2 de 95%. Apresenta IMC de 32,3 kg/m2. Murmúrios vesiculares universalmente reduzidos, sibilos expiratórios ocasionais. Bulhas hipofonéticas, sem sopros, veias do pescoço não visíveis, edema bilateral leve dos tornozelos. Foi realizada uma avaliação complementar com ultrassonografia à beira do leito e foram obtidas as imagens apresentadas a seguir: - Ultrassonografia cardíaca paraesternal eixo longo – na sístole e na diástole (duas primeiras fotos) - Ultrassonografia pulmonar – todos os campos tinham o mesmo padrão de imagem (terceira foto) - Ultrassonografia do sistema venoso femoral – sem e com o teste de compressibilidade (considere os mesmos achados nos dois membros) (quarta e quinta foto) - Ultrassonografia da veia cava inferior – na inspiração e na expiração (sexta e sétima foto) - Ultrassonografia do sistema venoso poplíteo – sem e com o teste de compressibilidade (considere os mesmos achados nos dois membros) (oitava e nona foto) Assinale a alternativa que apresenta a conduta medicamentosa mais adequada neste momento.








