Mulher de 42 anos, vítima de capotamento de veículo a 90 km/h seguido de colisão com árvore, há uma hora, condutora do veículo, com cinto de segurança, é levada pelo resgate em prancha rígida e com colar cervical. A avaliação, quando a paciente foi admitida na unidade de saúde, demonstra: • A: conversa, respiração sem ruídos, saturação de O2 igual a 92% com máscara não reinalante a 15 L/min; • B: frequência respiratória de 18 ipm, MV+ sem ruídos adventícios, escoriações em tórax anterior e posterior, sem alterações à inspeção e à palpação; • C: pressão arterial de 100 x 70 mmHg, frequência cardíaca de 110 bpm, tempo de enchimento capilar de 4 segundos, escoriações abdominais e hematoma em flanco direito e dor difusa à palpação abdominal, FAST positivo em quadrante esplenorrenal e hepatorrenal, pelve estável, membro inferiores sem deformidade ou sangramento externo; • D: pupilas isocóricas e fotorreagentes, escala de coma de Glasgow: AO 4 RV 5 RM 6; • E: escoriações em dorso, sem dor à palpação da coluna vertebral. Considerando o quadro, é correto afirmar que, no momento de admissão da paciente, as condutas pertinentes envolvem fazer expansão volêmica com