Um homem de 75 anos, hipertenso e com insuficiência cardíaca, vem à consulta de acompanhamento queixando-se de tontura há 2 meses. Relata que os episódios são paroxísticos, às vezes relacionados à mudança de decúbito, mas às vezes espontâneos. Nega perda da consciência nesses episódios. Refere estar menos disposto para realizações de suas tarefas habituais, ficando mais cansado em atividades como tomar banho. Está com terapia medicamentosa otimizada há mais de um ano, aderente e na meta de controle pressórico. Em uso de carvedilol 25mg 12/12hs, enalapril 40mg/dia, espironolactona 25mg/dia e anlodipina 10mg/dia. No exame físico, ele está consciente, com frequência cardíaca irregular, pressão arterial de 110/70 mmHg e frequência respiratória normal. Realizado o ECG a seguir. Com base nesse caso clínico e no traçado do ECG, a conduta mais adequada é
