Homem de 68 anos, com histórico de hipertensão arterial sistêmica, dislipidemia e diabetes mellitus tipo 2, comparece à consulta com queixa de desconforto retroesternal em aperto há aproximadamente seis meses. A dor, que dura de 5 a 10 minutos, é desencadeada por esforços moderados, como subir um lance de escada ou caminhar por dois quarteirões. Queixa-se de piora progressiva nas últimas semanas com episódios mais frequentes da dor, inclusive em repouso ou em situações de estresse, apresentando leve irradiação para o braço esquerdo. Relata que trabalha como caminhoneiro e não teve tempo de comparecer à unidade antes. Diante desse quadro clínico, a conduta apropriada para a investigação diagnóstica e estratificação de risco desse paciente é: