Durante uma consulta de acompanhamento em uma UBS com Estratégia de Saúde da Família, o médico residente atende Dona Helena, 63 anos, hipertensa, que relata aumento da pressão arterial e insônia desde que passou a cuidar do marido, recentemente diagnosticado com Alzheimer. A paciente demonstra cansaço e chora ao falar sobre a rotina de cuidados. O profissional decide utilizar instrumentos de abordagem familiar para compreender melhor o contexto. No genograma, identifica que Helena mora com o marido e um filho adulto que pouco participa dos cuidados. No APGAR familiar, o escore é baixo, principalmente nos itens de participação e apoio. Com base nos princípios da Medicina de Família e Comunidade e no uso desses instrumentos, entre as opções abaixo, a melhor conduta para este caso é: