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14 - SES DF2025
Pancreatite Aguda e CrônicaVesícula e Vias Biliares

Uma paciente de 52 anos de idade compareceu ao pronto-socorro com relato de que, há dois dias, iniciou quadro de dor em barra, em abdome superior, que irradia para as costas, com náuseas e vômitos associados, não aceitando dieta oral. À admissão, realizou exames laboratoriais que demonstraram Hb = 14 mg/dL, leuco = 19.500 cel/mm³, FAL = 150 U/L, GGT = 200 U/L, TGO = 300 U/L, TGP = 260 U/L, LDH = 500 U/L, BBT = 2,1 mg/dL, amilase = 890 U/L, lipase = 900 U/L e Ur = 130 mg/dL de Cr = 2,2 mg/dL. Fez ultrassonografia de abdome com diagnóstico de colelitíase com vesícula biliar não espessada e sem sinais aparentes de dilatação de vias biliares. Diante do quadro clínico dessa paciente, qual é a melhor conduta para o caso?

A
A paciente deve ser mantida em dieta zero, com reavaliação diária de enzimas pancreáticas. A partir do início do declínio das enzimas, é possível retomar a dieta por via oral, gradativamente.
B
Início imediato de dieta zero por via oral, hidratação vigorosa e antibioticoterapia endovenosa devem ser implantados nas primeiras 24 horas de internação para melhor prognóstico da paciente.
C
A colecistectomia tem de evitada na internação atual, devendo-se aguardar pelo menos seis semanas para redução da morbidade pós-operatória.
D
Deve-se programar a CPRE com esfincterotomia, ainda durante a internação, para prevenção de complicações relacionadas à pancreatite aguda.
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