Paciente de 48 anos de idade do sexo feminino procurou a Unidade Básica de Saúde com queixa de dores articulares intensas há 4 meses. Relatou que há 5 meses foi acometida por quadro infeccioso agudo, com febre, exantema e dores articulares. O diagnóstico à época foi o de infecção por Chikungunya. Apesar de ter utilizado dipirona e anti-inflamatórios não esteroidais, evoluiu com persistência da dor articular em joelhos, punhos e cotovelos. Houve piora progressiva da intensidade das dores articulares com concomitante surgimento de sinais flogísticos nas articulações e rigidez matinal. A medicação inicialmente prescrita foi hidroxicloroquina, porém não houve boa resposta terapêutica. Ao exame físico, apresentava artrite em joelhos, punhos e cotovelos. De acordo com a segunda edição da publicação Chikungunya: Manejo Clínico do Ministério da Saúde, a droga de escolha para o tratamento do quadro da paciente é