Homem de 72 anos procurou atendimento médico com queixa de dor precordial, em aperto retroesternal, quando sobe dez degraus da escada ou quando caminha a distância de 400m rapidamente. Na anamnese, constata-se que é diabético (última hemoglobina glicada = 7,5%); dislipidêmico (último LDL-colesterol = 100mg/dL); ex-tabagista (parou há um ano) e hipertenso (pressão = 134x86mmHg). Ao exame, não apresentou dor na palpação ou nos movimentos torácicos. Diante disso, o médico solicitou teste ergométrico. Ao retornar, o paciente traz resultado de teste negativo para isquemia no esforço, com observação de que teve má adaptação à esteira rolante durante o exame. Sabe-se que a sensibilidade do teste ergométrico é de aproximadamente 70% e que a especificidade é de 90% para isquemia no esforço induzido. A avaliação do teste e as condutas que devem ser implementadas nesse paciente, respectivamente, são: