Em junho de 2024, a taxa de desemprego no Brasil caiu para 6,9%, a menor taxa desde 2015. Segundo dados do IBGE, o número de empregados no setor privado também foi o máximo já registrado, 52,2 milhões, impulsionado por novos recordes do total de trabalhadores com carteira assinada (38,4 milhões) e sem carteira (13,8 milhões). A taxa de informalidade, que inclui empregados sem carteira assinada, empregadores sem CNPJ e trabalhador familiar auxiliar, ficou em 38,6% do total de ocupados no país. Considerando a história do sistema de saúde no Brasil e a relevância desse contexto para a oferta de serviços de saúde, como seria a situação de acesso à saúde pública para a população de trabalhadores formais e informais citada na notícia antes da criação do Sistema Único de Saúde (SUS) em 1988?
A
Ambas as populações mencionadas teriam o mesmo acesso à saúde que têm atualmente, pois o direito à saúde pública sempre foi garantido a todos os trabalhadores, independentemente de serem formais ou informais.
B
A população de trabalhadores informais enfrentaria dificuldades significativas para acessar serviços, já que o sistema público de saúde era focado em trabalhadores formais com carteira assinada, excluindo, na maior parte, os informais.
C
Ambas as populações mencionadas teriam o mesmo acesso à saúde que têm atualmente, pois o direito à saúde pública sempre foi garantido a todos os cidadãos brasileiros, sendo sua oferta organizada pelo SUS.
D
A oferta de serviços para trabalhadores informais ficava a cargo do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS), enquanto os formais tinham a garantia de planos de saúde por seus empregadores.