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65 - HIAE SP2025
CefaleiasHipertensão Arterial SistêmicaMedicina de Família e ComunidadeAtenção Primária à Saúde

Em uma consulta na UBS, Lívia relata que sua pressão, apesar de estar fazendo o tratamento adequadamente, não está controlada; quando mede, às vezes, está 15 x 10, e outras vezes, 16 x 9. Fala que ela sabe que esses valores são altos e os relaciona a uma dor de cabeça na nuca. Conta que tem dor de cabeça frequentemente, que vai e volta algumas vezes no mês. A dor parece apertar a nuca e, por vezes, desce para ombros, algumas vezes dói moderadamente e, de vez em quando, dói muito, fazendo com que ela não consiga ajeitar a sua própria casa ao chegar do trabalho no final da tarde. Toma dipirona em todas ocasiões em que sente a dor, isso acontece em torno 1-2 vezes por semana, no máximo, 6 vezes por mês. Nega qualquer outro sintoma que acompanhe, exceto a pressão alterada. Hoje está com dor leve atrás da cabeça, sem qualquer outro sintoma. No exame físico, não havia qualquer alteração, e a PA era de 126 x 86 mmHg. Considerando o caso apresentado, assinale a alternativa que descreve, corretamente, o diagnóstico e o tratamento.

A
É uma cefaleia secundária, e há necessidade de revisar os medicamentos para hipertensão arterial sistêmica para diminuir a pressão.
B
É uma cefaleia primária, que exige tratamento profilático com antidepressivos, dose baixa e uso de exames de imagem.
C
É uma cefaleia primária, que é tratada com anti-inflamatório não esteroidal associado e medidas não farmacológicas, por exemplo, massagem.
D
É uma cefaleia crônica diária; deve-se suspender a medicação de uso frequente e pedir diário da dor, com retorno em 15 dias.
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